Início do conteúdo

 

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), regional da Zona da Mata, em conjunto com a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Muriaé e as Polícias Militar e Civil, efetuou, na tarde desta quarta-feira, 19 de abril, a prisão preventiva do vereador local investigado por liderar associação criminosa destinada ao cometimento de crimes de lavagem de dinheiro. Ele está afastado do cargo desde a 1ª fase da operação Catarse. 

catarse noticia.jpg

Ontem, 18, foi realizada a operação “Catarse V”, para o cumprimento de 18 mandados judiciais no município de Muriaé, sendo um mandado de prisão preventiva, seis mandados de busca e apreensão, cinco mandados de indisponibilidade de bens e seis mandados cautelares de proibição de contratação com a Administração Pública. Contudo, o vereador não havia sido encontrado pela polícia. 

Segundo as investigações, verificou-se que o vereador, que já ocupou a presidência da Câmara Municipal de Muriaé, sistematicamente, agiu e age no sentido deliberado de ocultar e dissimular a propriedade de veículos, empresas, imóveis, máquinas, gados e dinheiro pertencentes a ele. Para concretizar o seu recorrente plano criminoso, conforme apurado, o agente político se vale de, pelo menos, três pessoas de sua mais alta confiança. 

De acordo com o promotor de Justiça Breno Costa da Silva Coelho, coordenador do Gaeco da Zona da Mata, foram indisponibilizados, nesta fase da operação Catarse, bens no valor aproximado de R$ 1.953.040,00. 

Notícia relacionada 

Operação Catarse V investiga associação criminosa liderada por vereador de Muriaé, destinada ao cometimento de crimes de lavagem de dinheiro

assinatura_cjor_atualizada_2022.png

 

Final do conteúdo